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  • quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

    Continuo aqui rezando pra você sorrir


    Eu não sei porque você tá tão diferente
    Se a gente quase sempre tá sorrindo...
    Diz pra mim que hoje foi só um dia ruim
    Mas que os dias bons já estão vindo..

    Se não tem você aqui
    Me bate um medo de seguir
    To tão acostumado a deitar do seu lado
    E a solidão ta na minha cama
    Implorando pra você voltar

    Eu só quero dormir pra sonhar com você
    Pra te dizer a falta que você me faz
    Olha nos meus olhos e diz
    Se você é melhor sem mim


    Porque se é assim eu deixo você ir,
    Mas continuo aqui rezando pra você sorrir


    _


    Ontem escutei essa música durante uma Live Stream no Facebook do Gabriel Elias, autor dessa música. De repente me remeteu uma paz de espírito tão grande, e sentimentos vieram a tona juntamente com as palavras que se fragmentam diante da melodia...

    Estamos tão acostumados a deitar do lado, bate um medo de seguir. Mas porquê?

    Será que o amor é afetado pelo costume? Acostumamos a amar?
    Ou sentimos algo diferente do amor, sem notarmos, inconscientemente?

    Dúvidas e mais dúvidas,
    Incertezas, pensamentos indo e vindo,
    Mas continuo aqui rezando pra você sorrir...



    -

    quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

    Permita-me apresentar novamente

    O tempo passa.
    Ele nunca se aquieta.
    Nunca se distrai.
    Ninguém consegue atrasá-lo.
    Ninguém consegue mudá-lo...

    Diferentemente do homem.
    Não sou mais o que fui ontem.
    E não serei o mesmo de hoje, amanhã.

    Permita-me apresentar novamente.
    Uma nova versão, um novo eu. Melhor? Depende do ponto de vista.
    Espero que você se adapte à meu novo eu hoje.
    Mas se isso não for possível, tente de novo amanhã.

    Uma hora você pode se surpreender.

    Surpreender-se no quanto as pessoas mudam com o tempo.
    No quanto eu mudei com o tempo.
    No quanto você mudará do período de ontem 00h00 até hoje 00h00.

    _

    Ontem eu não queria mais escrever. Antes de ontem também não.
    Nem mês passado. Ano passado... Escrever se tornou um reflexo.
    Então o que eu escreveria durante os períodos de escuridão? Parar foi a única opção.

    Mas hoje, depois de tanto tempo, por outro lado, talvez esteja lidando melhor com as mudanças, com o tempo.

    Escrever é uma distração, da qual agradeço.
    E da qual hoje, talvez, eu tenha desejado de novo vivenciar.