• #Tag: amor
  • quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

    Parece miragem, ela...

    É que meu coração dizia 
    Enquanto seu cabelo mexia sob a ação do vento
    Que "cê" foi feita pra mim

    Óh mina... por favor diz que sim



    Parece miragem ela... 


    -

    Continuo aqui rezando pra você sorrir


    Eu não sei porque você tá tão diferente
    Se a gente quase sempre tá sorrindo...
    Diz pra mim que hoje foi só um dia ruim
    Mas que os dias bons já estão vindo..

    Se não tem você aqui
    Me bate um medo de seguir
    To tão acostumado a deitar do seu lado
    E a solidão ta na minha cama
    Implorando pra você voltar

    Eu só quero dormir pra sonhar com você
    Pra te dizer a falta que você me faz
    Olha nos meus olhos e diz
    Se você é melhor sem mim


    Porque se é assim eu deixo você ir,
    Mas continuo aqui rezando pra você sorrir


    _


    Ontem escutei essa música durante uma Live Stream no Facebook do Gabriel Elias, autor dessa música. De repente me remeteu uma paz de espírito tão grande, e sentimentos vieram a tona juntamente com as palavras que se fragmentam diante da melodia...

    Estamos tão acostumados a deitar do lado, bate um medo de seguir. Mas porquê?

    Será que o amor é afetado pelo costume? Acostumamos a amar?
    Ou sentimos algo diferente do amor, sem notarmos, inconscientemente?

    Dúvidas e mais dúvidas,
    Incertezas, pensamentos indo e vindo,
    Mas continuo aqui rezando pra você sorrir...



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    quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

    Apaixonar-se pela pessoa errada

    Eu sempre vi amigos meus se ferrando por apaixonarem-se pela pessoa errada.. Eu aconselhava, falava pra ter calma, pra não ficar triste.. que se fizesse tudo certinho poderia dar certo..

    E num é que aconteceu comigo ?! :/

    É triste, saber que eu não posso fazer nada diante da situação. Se eu arriscar, posso perder a amizade.. e se não arriscar, fico sofrendo..
    E pra ajudar, ela gosta de um cara.

    Quer uma situação pior que essa ? Difícil..

    Queria tanto dizer as coisas que não consigo tirar de dentro de mim, dizer pra ela que comigo, seria uma garota solitária a menos no mundo.. mas, não sei se vou conseguir.


    ____




    Post Antigo, havia deixado no rascunho por alguns anos e nunca iria postá-lo...
    Mas agora, depois de todo esse tempo, tanto faz.

    As palavras escritas ainda não têm o poder de mudar o passado.

    E provavelmente nunca terão.




    -

    terça-feira, 16 de março de 2010

    Enxergue o amor

    O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo.

    Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte.

    Há vários tipos de medo, mas o medo de amar, em especial, é o mais intrigante. Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida.

    Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.

    Temos em nós a imagem de que amar alguém provoca fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor.

    O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento.
    Imagine o caso de uma amiga. Estamos numa segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade (ou da fábrica, escritório ou consultório), a sua amiga Carol. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo o vigor. Ao aproximar-se dela, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo.
    Ela responde que encontrou o homem de sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, com uma conversa atraente, participativa, e um jeito másculo e sensual. Carol fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, de seus abraços (mais gostosos que um mergulho no mar em dia de sol) e, para completar, diz: “Não entendo como um homem tão especial ainda não se casou! Agora que o encontrei, tenho certeza de que vou fazer tudo para dar certo”.
    Ela se despede e você sai todo feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém capaz de motivá-la a amar e a viver um grande amor.
    Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão radiante. Seus passos já não parecem tão firmes e, quando você lhe pergunta “Como está indo o namoro do ano?”, ela friamente responde: “Vai bem”.
    Você pensa: “Como um namoro com um homem tão sensacional pode ficar, em menos de duas semanas, simplesmente... bem?”
    Ela continua: “Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando”.
    Vocês se despedem, e uma série de imagens de relacionamentos com pessoas especiais que você amou e das quais, por causa dessa mesma sensação de sufocamento, se separou começa a aparecer na sua cabeça.
    Quando você a encontra alguns dias depois, ela está visivelmente de baixo-astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: “Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos”.

    Sem mais comentários, ela se despede. Cada um vai para o seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo.
    Ou será que foi exatamente porque ia dar certo? Não terá sido justamente por causa do medo de que desse certo?

    O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor...